Modjo, The Who e Orton!

Por André Torres em 16 de Julho de 2008

Caros amigos (as), tô de boa, feliz e em fitas certíssimas! Me inscrevi em um curso de produção musical essa semana e não consigo mais esperar para começar! O fato de poder produzir minhas próprias músicas, tirá-las do papel ou da cabeça e deixá-las brilhando com uma boa masterização me deixa muito empolgado. Tenho alguns amigos que já fazem isso, então ficou mais fácil decidir fazer ou não o curso. E depois de algumas pesquisas e conversas já estou dentro. Massa né?!

No final de semana toquei em Limeira com minha banda The Who. O show foi animal! Muita gente gostou e me diverti muito. Foi em um bar de rock chamado Bar da Montanha. O dono do bar falou que quer um show só nosso da próxima vez! O ruim é que fomos embora muito cedo. Queria ficar mais tempo, até por que tinha muitas moçoilas bonitas lá e gente de espírito bom aglomerada. Mas no fim foi muito massa!

Caraaaaaaa!!! Que desenho engraçado eu vi esses dias! hahahahaha!!!! Vcs têm que ver de qualquer jeito! Eu não sei o nome por falta de atenção na hora de entrar no cinema, mas é do elefante Orton, sabe? Muito bom! Criativo em um nível altíssimo, leva a boas reflexões depois do filme e é engraçado que dói! Ainda tô rindo aqui, hahahaha! Vão ver! É só o que tenho a dizer sobre esse desenho!

Ah! Mais uma coisa! Modjo é o nome de uma banda que eu gostaria MUITO que tivesse ido pra frente, porque é muito boa, mas infelizmente não foi e acabou. Isso é o ruim de bandas q investem muito comercialmente na carreira. Se elas não ganharem dinheiro… PUF! Acabam. É triste, mas é verdade. Mesmo assim, as músicas que a banda deixou para nós são de cair o queixo. Vocês com certeza conhecem: Lady (Hear me Tonight) e Chillin.

Forró da Lua Cheia II

Por Cecilia Castro em 07 de Julho de 2008

Capítulo II: O sábado de lua

A lua cheia certamente era uma das personagens principais, mas a música, ah! Essa sim era a protagonista. Valia a música dos passarinhos, valia a música do pessoal batendo as panelas do almoço, valia até o balbuciar melodiado quase indecifrável da colega forrozeira na fila do banho. (In-cri-vel-men-te minúscula em se tratando de banheiro feminino e de um acampamento) A música, por fim, era a grande atração e feita da melhor maneira: ao vivo!


Até a gastronomia do lugar entrou no clima. Eu já tinha visto “macarrão feito na hora”, mas nunca “macarrão ao vivo”.

Antes da queima dos fogos, sempre mágicos, dancei ciranda. Nada que deixaria Lia de Itamaracá com inveja, mas tudo para que começasse o meu sábado de lua com o pé direito. Ou melhor, com o pé direito na base e com o esquerdo na marcação da zabumba do Cataia, grupo lá dos lados da Ilha do Cardoso, litoral sul paulista, que antecipou a abertura oficial do Forró. Eles misturam forró tradicional a cirandas e a outros ritmos brasileiros mandingados pelo djembê e dununs. Agora, ouvir os caras tão de pertinho é bem melhor do que de dentro do carro, parada no trânsito, esperando o próximo sinal verde!

“Ô cirandeiro, ô cirandeiro, ó
A pedra do seu anel brilha
Mais do que o sol”