“Na Natureza Selvagem”

Por Nathalie Hornhardt em 05 de Agosto de 2008

“A pé e de coração leve
eu enveredo pela estrada aberta,
saudável, livre, o mundo à minha frente,
à minha frente o longo atalho pardo
levando-me aonde eu queira.
Daqui em diante não peço mais boa-sorte,
boa-sorte sou eu.
Daqui em diante não lamento mais,
não transfiro, não careço de nada;
nada de queixas atrás das portas,
de bibliotecas, de tristonhas críticas;
forte e contente vou eu
pela estrada aberta (…)”

Trecho da poesia “Song of the open Road” ou em português: “Cântico da Estrada Aberta” do poeta norte-americano Walt Whitman.

E foi exatamente essa a sensação que tive quando assisti o filme “Na Natureza Selvagem” dirigido pelo Sean Penn. O filme conta a história real de um menino que logo após se formar no colégio abre mão de tudo, inclusive de sua família. Doa todas as suas economias - cerca de US$24 mil - para caridade, coloca uma mochila nas costas, roda pelos Estados Unidos e depois parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho se depara com pessoas e situações que farão parte de sua vida para sempre.

O filme na minha opinião é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O, se bobear o filme mais importante, forte e bonito que já vi! E todas as pessoas deveriam ser obrigadas a assistir.
Deveria fazer parte do “currículo” de todo o mundo.

Sabe, fico feliz quando meus olhos brilham dentro do cinema, atualmente ta difícil isso acontecer, mas assistindo esse filme, eles lacrimejaram o tempo todo, além do sintoma de ter meu coração apertado do inicio ao fim, um sorrisinho frouxo que eu tentava disfarçar mas não dava… É tão bom quando isso acontece, porque tenho a sensação de que não é só comigo, mas sim com pelo menos metade da sala do cinema. Já que quando o filme terminou quase ninguém conseguiu se levantar das poltronas, parecia que tínhamos levado alguns socos em nossos estômagos. O filme, com certeza, nos trouxe reflexões como: sociedade X liberdade; dinheiro, será que é tudo?; o que é amor?; eu já realizei algum sonho? e o principal: SOMOS FELIZES?

O Feminino Contemporâneo

Por Cecilia Castro em 18 de Julho de 2008

Atenção: Esse post talvez cheire a rosas se escolhermos assim.

“Nome Próprio”, filme de Murilo Salles com Leandra Leal, estréia hoje em muitas cidades brasileiras. Em São Paulo, no Rio, em Belo Horizonte, em Belém, em Brasília, em Fortaleza, em Natal, e na maravilhosa cidadezinha do interior, Campinas! Adiantada como quase nunca, assisti, ontem, na CPFL Cultura, a pré-estréia do filme acompanhada de um bate papo com o diretor, Murilo. Foi ótimo.

Sim, o filme é mais cabeça. Sim, tem que assistir mais do que uma vez para que se contemple toda a beleza daquela película. Mas não, não é pretensioso, não é demasiadamente sofisticado ou inacessível. Fala de amor, de muita paixão, de loucura, de limites, de literatura (brilhantemente), de narrativa, de internet, de blogs e de um alter ego que representa, e muito bem, a mulher contemporânea.

O filme é para mulheres e homens. Para os homens pode servir de convite à compreensão dessa atmosfera, que não é (necessariamente) cor de rosa, que não gosta de ganhar panelas de presente, que tem (e muita) opinião, que prefere o príncipe com cabelos negligentemente penteados do que o do cavalo branco. É uma dica, eu diria, aos machos de plantão que querem estar conectados às mudanças do mundo, inclusive às referentes ao universo de seu maior interesse: o feminino.

Não quero dizer aqui que todas as mulheres do mundo têm a desmedida atitude da protagonista Camila, ou a mesma ousadia, ou a loucura na idêntica proporção. Isso seria generalizar e toda a generalização é um pouco burra. Digo, apenas, que Camila, deliciosamente vivida por Leandra Leal, é filha das mulheres que queimaram alguns sutiãs pela liberdade. Filha das que tomaram pílula, das corajosas divorciadas, das que se embrenharam pelo mercado de trabalho… Assim como muitas de nós.

Eu não queimei sutiãs, mas sou filha dessa geração que ainda ‘come o pão’ para ter um salário melhor, para não ser alvo de assédio, para não ter mais que conviver com o preconceito. “Nome Próprio” traz ao personagem de Camila uma transbordante idéia do feminino contemporâneo. Da mulher que não tem tanta vergonha do corpo, que racha a conta sem perder a delicadeza, que consegue trabalhar, estudar, cuidar de si e de quebra fazer uma macarronada bem rápida que é uma beleza!

Mais sobre o filme

Sobre a atriz Leandra, Murilo disse ser uma dádiva tê-la na equipe. Deve ser ela uma das muitas mulheres bacanas e interessantes das quais o diretor se disse ficar cercado para compor o filme. Ele também contou uma passagem engraçada com Leandra. “Certa vez encontrei Leandra e ela me disse: ‘Eu sou a Camila’. Fiquei assustado. Tinha feito o teste com mais de 200 atrizes. O teste dela foi imbatível!”. Murilo ainda falou que acredita que a atriz tenha feito isso como uma espécie de ‘rito de passagem’ da carreira. Antes, ela só havia feito ‘meninas’. Desta vez, Leandra e Camila são uma mulher!

Leandra aparece nua, bem nua, mais do que os olhos habituados com os enlatados hollywoodianos costumam agüentar. Na verdade, não é a constância da exposição que, de fato, não é freqüente, é o tipo de nudez: sutil. Uma ‘nudez de irmã’, como citou um cara da platéia – achei curiosa a observação. Por isso o filme incomoda um pouco, ora pela nudez não óbvia e não sexual, ora pelo ritmo, atípico, ora pelo pulso da personagem que enche a cara de vodka na tentativa constante de dar conta da vida e de engolir o mundo.

O filme vem da obra de Clarah Averbuck, escritora e autora do 8º blog mais visitado do mundo (o extinto Brazileira!Preta e atual Adiós Lounge). Mas é uma versão da obra, não é a obra original, como insistiu em ratificar Murilo durante a conversa. A Camila de Clara é diferente da Camila de Murilo. Ainda bem. Porque nós somos muitas, e muitas Camilas, essas do século XXI!

Bem, termino em coro com Murilo, sobre o que disseram alguns críticos de cinema muito críticos, sozinhos e mal amados: Camila é tudo menos vagabunda e louca! E ‘vamo que vamo’, sem deixar barato pra esses que não entendem nada sobre a força que existe na ternura. Esses vão preferir assistir Batman.

Obs: Batman também estréia hoje, mas definitivamente não é a melhor opção, com todo o respeito, claro.

Férias, Tempo De DescansO!?

Por Raphael Schoneborn em 10 de Julho de 2008

Aii, aii, enfim Férias! Merecidas férias! Eeeee coisa boa viU!!! ^^ Agora sim, agora eu descansO! Descanso dos livros só se for! +P Hiuhaiuhauhaaiuahuiaha!! Férias = ficar em casa?! É ruim, hein!! =s Ninguém merece!! =/

A não ser q seja essa a programação do dia: ficar em casa, ver TV, assistir um bom filme nesse friozinho q anda fazendo ultimamente aqui em Sampa… e q eu gosto pouco tb viU! ^^ Aí blza! Tá valendO!
Mas se não é osso d+!!!

E para aproveitar um pouco e contrariar todas as regras, fui viajar no friozinho, adivinha pra onde!? praia! +P iuahiauhuihaiuhaa

Tudo a ver né!!! Mas foi bom viu! Tava calorzinho até (menos frio q aqui =s) E Pergunta se descansei! Akele abraçO! Não parei um minutO!

Futebol na praia, mar, feirinha, calçadão e a noite até uma quermesse que tava rolando lá… Só que uma quermesse um pouquinho diferente, q não tocava músicas de festa junina, nem quadrilha e nem sertanejo! O que mandava lá era o funk e o Rap! Duelo de rap até! ;) FoI divertidO! ^^

Deu pra aproveitar bastante… mas passei só um fds lá… e ontem… cinema! \o/ meu quanto tempo q eu num ia nu cinema! +P
ultimamente estava só vendo filmes na TV, em DVD. Fazia tempo q eu não ia… E como é bom, né!? ^^ nada como ver um filme no cinema!!!! xD

 

E chegando lá, fui na certeza de assistir ao novo filme do Will Smith, Hancock!! Assim como Eu Sou a Lenda, o filme logo de cara me chamou a atençãO!! E precisava assistir para ver se ele me desapontaria tanto quanto me desapontou no Eu Sou a Lenda, que eu esperava mtooo mais pelo trailer! Mas em Eu Sou a LenDA, ficou só na lenda mesmo de q seria O FILME! Porque tudo q passam na prévia é o q rola durante o filme! =S Então, me desapontei um poucO, por isso precisava assistir HancocK pra ver o Novo trabalhO do Maluco No pedaçO! ;) Adorava assistir essa série!!!! ^^

E para o meu contentamento curtI! Curti sim!xD Bem louco o filme! ^^  Com uma visãO bem diferente sobre os super-heróis!! Iuahuaheiuheuie. O filme é engraçado e bem leve!! Dando aquele gostinho de quero mais ao finaL! ^^

E bem diferente do gostinho q senti ao assistir Eu Sou a Lenda, q fiquei com gosto de querooo mtoOoOO mais! +P Mas de descontentamento! =/

E por meio brisante q possa ser… fiquei com um pensamento na seguinte pegada… Para as crianças sempre tem aquele herói q é intocável e indestrutível, mas e quando vamos amadurecendo percebemos mtas vezes q nosso herói é feito de carne e osso assim como nós… ficOu sem entender nda né!? =S

achou q eu to viajandO! =P Vão assistir o filme primeiro e depois eu te conto pq pensei issO! ;) jurO!

Mas falando em super-heróis e tal… Seguraa aeee q o homem morcego, ou melhor, o cavaleiro das trevas, vai atacar novamente! ;)

Um dos heróis mais admirados, talvez por ser Super, mas por não ter Super-Poder nenhum… Vai e volta época, mas os filmes e comentários em torno dele não faltaM! ^^

Mas aí vai A dica para vc q não vai no cinema há tempos como eu não ia. Caramba, como vai tá louco esse ano! Cheio de lançamentos!! Tava por fora totaL! Múmia, mais um filme show de bola =]
Batman, 007, Hancock, fora as animações divertidíssimas da Disney/Pixar. E quem disser q nunca ficoU com uma Frase desses dEsenhos na cabeça, que atire a primeira pipoca ! ;)

A todos akele abraçO! ^^