O fim de semana marcou o ressurgimento de dois ídolos do esporte a motor. Em Cingapura, Fernando Alonso voltou a vencer após um ano longe do primeiro lugar. Correndo a noite num circuito de rua travado, a Fórmula 1 protagonizou um espetáculo histórico e recheado de variáveis. Entre os brasileiros nada deu certo. Nelsinho Piquet bateu, Rubens Barrichello quebrou e Felipe Massa foi atrapalhado pela mangueira de combustível, que ficou enroscada em sua Ferrari. Melhor para o bicampeão Alonso, que aliando sorte e competência, conseguiu uma vitória merecida, a 20ª de sua carreira e a primeira da equipe Renault desde o GP do Japão de 2006, também vencido por ele.
Saindo das quatro para duas rodas, o show foi de outro ídolo. Valentino Rossi conquistou neste domingo em Motegi, no Japão, o oitavo título mundial de sua carreira. Mas “The Doctor”, como é conhecido, não teve vida fácil. Largando em quarto, Valentino caiu para quinto e depois, foi fazendo uma corrida de recuperação. Volta a volta, foi escalando o grid, até que numa ultrapassagem arrojada sobre Casey Stoner, assumiu a ponta. O título teve sabor especial para o italiano. Após tantas conquistas de forma consecutiva, Rossi amargou duas temporadas ruins, de muita instabilidade, que culminaram nos títulos de Nicky Hayden (2006) e Casey Stoner (2007).
No entanto, Rossi é um esportista, no mínimo, diferenciado. É daqueles que nossos netos vão ouvir falar e que nós - que assistimos às suas atuações - teremos o maior prazer em recordar. Afinal de contas, um sujeito que ganha 70 corridas e seis títulos mundiais de Moto GP (além de outros dois, nas categorias 125c e 250cc) não pode ser normal.
Alonso é do mesmo tipo. No mundo das quatro rodas, é idolatrado pelo fato de ter “carimbado” a placa do heptacampeão Michael Schumacher por duas vezes. Com dois títulos mundiais de F-1 na estante de casa, o espanhol sabe que, quando precisa, faz a diferença. São exemplos como estes que enchem os olhos daqueles que amam a velocidade. Exemplos singulares de talento nato sobre quatro e duas rodas!

O Rossi merece ser lembrado sempre, é fera, quem assite as suas corridas e principalmente as antigas, se você não viu tente pegar pela rede corridas de 5 anos atrás. Já o Alonso contou com muita sorte na corrida, veja que o Rosberg e o Kubica foram punidos com 10 segundos no box, seria diferente, apesar de claro eles terem entrado com o box fechado, que acho ridículo porque a alegação é segurança, de quem? com toda a tecnologia de informação para o piloto via box e na pista.
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Fellipe, parabens pelo texto.
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Diego