Súplica…

Por Nathalie Hornhardt em 28 de Novembro de 2008

Hoje venho falar de uma situação bem triste aqui.
Vocês já devem saber sobre tudo o que está acontecendo em Santa Catarina.

É grave, bem grave! Triste…
As inundações e deslizamentos de terra em Santa Catarina causaram (até agora) 99 mortes, 19 pessoas estão desaparecidas. Mais de 27 mil estão desabrigadas e 51.297 estão desalojadas. Os números fazem parte do último boletim da Defesa Civil de Santa Catarina, divulgado às 10h30. (Fonte: O Globo)

Gente, precisamos ajudá-los. Não basta só lamentar, ficar triste e fazer sinal de negativo com a cabeça. Vamos lá, é a hora de arrumar o armário, ver o que tá sobrando e presentear essas pessoas, que hoje necessitam e carecem de água, água para beber. Vale tudo! Louça, talher, panela, colchão, cobertor, roupas…

Muitos lugares estão sendo ponto de arrecadação: a Cruz Vermelha, o Rotary, a Escola Rudolf Steiner. Se informe. Além disso a Defesa Civil disponibilizou uma conta para receber doações, os dados são:
 
Banco do Brasil
Agência 3582-3
Conta corrente 80.000-7
O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil
CNPJ, 04.426.883/0001-57.

Vamos deixar o Natal dessas pessoas um pouquinho menos triste.

Fico pensando, às vezes a gente reclama das nossas vidas. E eles? Como será que eles estão lá? Poderia ser o contrário… Vamos ajudar! É ajudando que a gente recebe, galera!

A Bienal do Vazio

Por Nathalie Hornhardt em 25 de Novembro de 2008

Foi exatamente isso o que senti quando sai de lá. Um vazio tremendo.

A Bienal desse ano está doente… Está carente… Carente de obras, carente de pessoas, carente de atenção, carente de espírito, carente de grana.

“De acordo com o projeto de Ivo Mesquita (o curador), a 28ª Bienal vai durar 42 dias - o período clássico da quarentena. O térreo e o primeiro pavilhão do prédio serão transformados em uma praça. (…) Nestes espaços, podem acontecer performances, concertos, apresentações de teatro (…) e shows. O segundo pavilhão estará totalmente vazio (…) Fonte: www.oglobo.com

O que mais me chamou foi o projeto do artista plástico santista Mauricio Ianês. Ele morou no prédio da Bienal por 12 dias, nu, sem comida, sem bebida, sem pertences, enfim, sem nada, vazio… Ele sobreviveu de doações de quem foi lá visitá-lo. Mauricio apenas recebia. Não doava ou dava nada.  Quer dizer, quase nada, já que vi ele oferecendo um biscoito que comia a uma pessoa que estava do seu lado.

Como fui vê-lo quase no fim de sua estadia, fiquei impressionada com o tanto de coisa que ele havia recebido. O artista estava instalado no 2º andar. O andar vazio. Centenas de cartas, assim como dois colchonetes, travesseiro, roupas, sabonete, shampoo, cigarros, gorós, comidas, água, bombinha de bronquite, óculos escuros, cartola, livros, cachecol estavam lá com ele. A questão é: nem todas as pessoas davam ou doavam realmente, algumas despejavam as coisas inúteis de suas bolsas…

Fiquei uns 70 minutos lá, com ele… Observando. Foi curioso… Impactante… Forte, bem forte. Como dizia lá um dos bilhetes que ele ganhou: “Vida para uns, curiosidade para outros.”  

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DOMINGO NO PARQUE!

Por Nathalie Hornhardt em 18 de Novembro de 2008

Como o Fê já disse, os blogueiros tiveram um dia no parque! Foi muuuuito legal!
Fomos para o Hopi Hari!

As aventuras começaram cedo, foi a primeira vez que peguei estrada, coitado, fiz o Rapha passar por essa! Mas até que me saí bem…

Tava muito, muito, muito sol!

 

Logo na entrada ficamos sabendo que tínhamos direito ao Hopi Pass (um passe que dá direito a ir uma vez em 4 brinquedos sem pegar fila) por causa de uma promoção. A principio, achei isso bem legal, afinal, não perderíamos tanto tempo na fila, não pegaríamos tanto sol e poderíamos ir em mais brinquedos. Escolhemos os tais 4 brinquedos e recebemos um ticket para cada um deles e lá fomos nós felizes e contentes!

O nosso primeiro brinquedo foi a montanha russa - a famosa Montezum, já que tínhamos o passe, nem foi preciso entrar pela entrada. Pois é, entramos pela saída… Parecia que éramos estrelas de cinema entrando em uma danceteria badalada de Hollywood passando pelas pessoas que estavam esperando ali, já há bastante tempo. Eu me senti realmente mal. Como assim? Até no parque se você paga a mais, você tem “mais poder”… Achei triste. Ainda mais quando uma criancinha de uns 8 anos me perguntou por que eu estava furando fila… O que responder?

Fora essa pequena reflexão em relação ao Hopi Pass, tudo foi muito divertido! Inclusive a Roda Gigante!!! O Felipe, o Dedo e o Rapha amaaaaram! Inclusive o episódio da louca que estava com a gente e queria cuspir de lá de cima…  Enfim, dei muitas risadas!

Jogando no Quintal!

Por Nathalie Hornhardt em 03 de Novembro de 2008

Ei galera! Vcs conhecem?
Eu conheço desde o comecinho deles, qdo eles se apresentavam numa escola municipal lá na Lapa.

Para quem não conhece: Palhaços apresentam um espetáculo teatral inspirado na estrutura de um jogo de futebol em que a palavra de ordem é a improvisação. O jogo é disputado por dois times de três palhaços-atletas cada, acompanhado por um árbitro e por uma banda de música que cria ao vivo sons e melodias.

Para levar as pessoas a terem a mesma sensação de descontração, alegria e espontaneidade que o jogo proporciona aos jogadores, a opção foi abandonar o espaço cênico convencional e levar a platéia para o lugar de origem das primeiras brincadeiras do grupo: o quintal.           

(fonte: www.jogandonoquintal.com.br)

Gente, é genial! Às vezes saio até com a barriga doendo de tanto dar risada. Agora eles tão lá no Tuca Arena. E ficam em temporada até o dia 23 de novembro. Vale a pena!
E deixa eu contar um segredinho, uma das palhaças, a Mademoiselle Blanche, que por sinal é a minha preferida – junto com o João Grandão, é prima do Rafael Cortez, aquele repórter do CQC, sabem? E meu amigo de profissão também!

Acho que nunca vi ninguém reclamando do espetáculo do Jogando no Quintal. Tiro o chapéu pra eles, começaram humildes, humildes e agora tão sendo merecidamente reconhecidos!!! Só de lembrar já começo a rir!

Temporada: até 23 de novembro
Data e Horário: sábados às 21hs /  Domingos às 19h30
Preços: R$ 40,00 cadeiras e R$ 20,00 banco
Recomendação: 10 anos
Duração: 2h30
Capacidade: 300 lugares
Local: Teatro Tucarena - Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes
Tel: (11) 3670-8455
Horário de Atendimento:
Quarta - 15h às 20h
Quinta, sexta e sábado - 15h às 21h
Domingo - 15h às 19h30
 

Bjão!

Paul McCartney perde a cabeça!

Por Nathalie Hornhardt em 24 de Outubro de 2008

Literalmente!
E foi um morador de rua que a achou na cidade de Reading!
A cabeça foi esquecida pelo seu proprietário em um vagão de trem, na Inglaterra.
E Antony Silva (o morador de rua) achou a caixola de McCartney dentro de um saco, numa lata de lixo. Antony ficou com ela, pensando que seria uma máscara para o Dia das Bruxas.

Só foi saber que se tratava da cabeça do ex-Beatle quando leu uma notícia sobre a cabeça desaparecida em um jornal sob o qual dormia. E assim ficou sabendo também da recompensa de 2 mil libras, que seria entregue à quem encontrasse a cabeça. Com isso Silva pediu dinheiro a desconhecidos para poder comprar uma passagem de trem até Abbey Road – Londres.  E lá, andando pela famosa rua onde se localiza o estúdio em que os Beatles gravaram alguns de seus principais discos, uma mulher o ajudou a encontrar o telefone do até então dono do membro de McCartney. A cabeça foi entregue sã e salva! O dono, pasmem, não era o próprio, mas sim um leiloeiro que reencontrou seu pertence à tempo de leiloá-la na próximo domingo.

O que será que um dos maiores roqueiros pensou ao saber que a sua preciosa cabeça estaria dando uma viajada pelas cidades inglesas, ou ainda, o que será que ele pensou ao ter sua cabeça jogada no lixo, ou então, o que ele pensou ao saber que Antony Silva o confundiu com uma máscara do Dia das Bruxas, e pra finalizar, o que será que ele pensou ao saber que sua própria cabeça não pertence a ele e será leiloada?

Acalmem-se caros leitores!!!! A cabeça que é o assunto deste post é apenas uma cópia de cera da cabeça do nosso real e verdadeiro astro do rock! Mas que susto! RS!